Alexandre Garcia Comenta a Falta de Medico no Interior do Brasil
Sunday, 8 January 2012
SIM ao Ato Médico
BASTA CLICAR NO LINK ABAIXO E PREENCHER OS DADOS (é rapidinho):
http://www.peticaopublica.com/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N18928
Obrigado! | #EuVotoDistrital
Friday, 9 September 2011
de atestado!
Friday, 19 August 2011
Luto - o que é normal e o que não é
Monday, 1 August 2011
- Com raiva da pessoa por ter tirade sua própria vida
- Rejeitado pelo suicídio
- Confuso pelas razões do suicídio
- Culpado – a maioria das pessoas se mata em um ato de desespero. Como não notou que eles estavam a se sentir assim?
- Culpado por não ter conseguido impedir sua morte. Você pode ruminar mentalmente as diversas vezes que passou tempo com a pessoa e perguntar-se se não havia modo de impedí-lo\a
- Preocupado se a pessoa sofreu antes de morrer
- Feliz por saber que ele\a não sofre mais
- Aliviado por saber que não terá mais que ajudá-lo\a a lidar com seus pensamentos e impulsos suicidas
- Envergonhado pelo suicídio, particularmente se sua cultura ou religião vê o ato como pecaminoso ou embaraço público
- Relutante em falar com outras pessoas porque
- O estigma é muito forte na sua cultura
- Você sente que as outras pessoas estão mais interessadas no drama da situação do que nos seus sentimentos
- Preocupado pelo fato de apresentar pensamentos suicidas seus
- Isolado – ajuda falar com outras pessoas que também tenham perdido um ente querido por suicídio
- Passe tempo com a pessoa em luto. Mais do que palavras de conforto, eles precisam saber que você estará com eles durante este período doloroso. Um braço amigo exprime mais sobre carinho e ajuda do que palavras jamais poderiam.
- É importante que pessoas em luto possam chorar e falar sobre seus sentimentos com alguém que não fique o tempo todo tentando acalmá-los. Com tempo o luto passa, mas neste momento eles precisam chorar e falar sobre a morte.
- Muitos acham difícil entender porque as pessoas em luto falam sobre as mesmas coisas o tempo todo, mas isto faz parte do processo de resolução e deve ser encorajado. Se não sabe o que dizer e se pode ou não falar sobre o assunto, seja honesto e diga isso francamente. Isto dá chance a pessoa que sofreu uma perda de falar o que quer. Muitas pessoas evitam mencionar o nome do falecido\a para não causar mais choro. Para a pessoa em luto, entretanto, parece que os outros esquecem sua perda, e aumenta a sensação de isolamento e perda.
- Lembre-se que ocasiões festivas e aniversários (de morte, casamento, nascimento) são particularmente dolorosas. Amigos e familiares devem esforçar-se em estar por perto nestas épocas.
- Ajudar nas tarefas do dia a dia como limpeza, comprar e cuidar de crianças diminui a carga de se estar sozinho. Idosos em luto pela perda do cônjuge podem precisar de ajuda nas atividades do dia a dia que costumavam ser feitas pelo falecido\a – pagar contas, cozinhar, limpar a casa, arrumar o carro, etc.
- Dê tempo para que as pessoas passem pelo luto. Algumas pessoas passam por isto rapidamente. Outras precisam de mais tempo. Não espere demasiado de alguém que perdeu um familiar ou amigo recentemente.
- Noites insones podem às vezes, persistir e se tornar um sério problema. O médico pode prescrever medicamentos para ajudá-lo a dormir
- Se a depressão continua a piorar, alterando o apetite, energia e sono, antidepressivos podem ser indicados.
- Se o luto não se resolve, deve-se procurar ajuda de um profissional de saúde mental. Para alguns, encontrar-se com um terapeuta a sós ou em grupo, no qual outras pessoas passaram por experiências semelhantes, ajuda na solução do quadro.
- Lembre-se: O luto é uma das experiências mais dolorosas pelas quais podemos passar. Pode ser estranho, terrível e estressante, mas é uma fase da vida pela qual quase todos passamos e não requer avaliação médica por si só.
Labels: motivacao, outros, psicogeriatria ou gerontopsiquiatria, suicidio
Dependência emocional e codependência
Friday, 3 June 2011
- Amor - desenvolvimento do self (identidade) é a prioridade
- Amor - espaço para crescer, expandir, desejo que o outro cresça também
- Amor - Interesses separados: outros amigos, mantém relacionamentos significativos com outros
- Amor - encoraja um ao outro a expandir, há segurança em seu próprio valor
- Amor - confiança apropriada (confia no parceiro e em como ele age)
- Amor - compromisso, negociação, tomam a liderança em turnos. Resolvem problemas juntos
- Amor - acolhem a individualidade do outro
- Amor - O relacionamento é focado na realidade
- Amor - Os parceiros cuidam de si mesmo, o estado emocional não depende do humor do outro
- Amor - Desligamento amoroso (preocupação saudável com o parceiro, enquanto o permite ser individual)
- Amor - o sexo é de livre escolha para demonstrar crescimento, carinho e amizade
- Amor - habilidade para gostar de estar sozinho
- Amor - ciclos de conforto e contentamento
Padrões de Negação:
| Padrões de cumplicidade: Eu comprometo meus próprios valores e integridade para evitar rejeição por parte de outros.
|
Recuperação
Qual o problema da dependência emocional a longo prazo?
Referências
- "Cluster C Personality Disorders," in: Diagnostical and Statistical Manual of Mental Disorders DSM-IV, Washington: American Psychiatric Association, 4th ed. 1994, ISBN 0-89042-062-9, 662-673.
- "Codependence," in: Benjamin J. Sadock & Virginia A. Sadock (eds), Kaplan & Sadock's Comprehensive Textbook of Psychiatry on CD, Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 7th ed. 2000, ISBN 0-7817-2141-5, 20703-20707.
- Anonymous Co-Dependents Anonymous, Phoenix: Co-Dependents Anonymous, 1st ed. 1999, ISBN 0-9647105-0-1, 3-6.
- M Beattie. Beyond Codependency
- T Gorski. Getting Love Right
- Wikipedia - Codependency
http://www.gizmodiva.com/fashion/codependency_suit_to_make_couples_feel_stifled.php
Labels: outras dependências, psicodinâmica e psicanálise, transtornos de personalidade
Oxi, uma nova e devastadora droga se espalha pelo país
Thursday, 19 May 2011
Da revista Veja, disponível neste link
Desde a década de 1980, distante dos grandes centros brasileiros, o estado do Acre convive com a destruição produzida pelo oxi, uma mistura de pasta-base de cocaína, querosene e cal virgem mais devastadora do que o temível crack. A droga, vendida no formato de pedra, ao valor médio de 2 reais a unidade, vem se popularizando na região Norte e, agora, espalha sua chaga pelas cidades do Centro-Oeste e Sudeste. "Ela já chegou ao Piauí, à Paraíba, ao Maranhão, a Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro", diz Álvaro Mendes, vice-presidente da Associação Brasileira de Redução de Danos. Uma amostra da penetração da droga em São Paulo pôde ser vista na última quinta-feira, quando a Polícia deteve, na capital, um casal que carregava uma pedra de meio quilo de oxi.
Ao menos duas característias da droga ajudam a explicar por que ela se espalha pelo país. A primeira é seu potencial alucinógeno. Assim como o crack, o oxi pode estimular em um usuário o dobro da euforia provocada pela cocaína. A segunda razão é seu preço. "O crack não é uma droga cara, mas o oxi é ainda mais barato", diz Philip Ribeiro, especialista em dependência química do Instituto de Psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP). "Quando surge uma droga mais poderosa, mais barata e fácil de produzir, a tendência é que ela se dissemine", diz Ronaldo Laranjeira, psiquiatra da Univesidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Isso ocorre especialmente porque não se criou no Brasil até agora um sistema eficaz de tratamento de dependentes."
O lado mais assustador do oxi talvez seja a carência de dados sobre seu alcance no território brasileiro. Quem se debruça sobre o assunto, avalia que a droga atinge todas as classes sociais. "Não há um perfil estabelecido de usuário: ela é usado tanto pelos estratos mais pobres quanto pelos mais ricos da população", diz Ana Cecília Marques, psiquiatra da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e Outras Drogas (Abead).
Também faltam estudos científicos sobre sua ação sobre o ser humano. Por ora, sabe-se que, por causa da composição mais "suja", formada por elementos químicos agressivos, ela afeta o organismo mais rapidamente. A única pesquisa conhecida sobre a droga – conduzida por Álvaro Mendes, da Associação Brasileira de Redução de Danos, em parceria com o Ministério da Saúde – acompanhou cem pacientes que fumavam oxi. E chegou a uma terrível constatação: a droga matou um terço dos usuários no prazo de um ano.
Além, é claro, do risco de óbito no longo prazo, seu uso contínuo provoca reações intensas. São comuns vômito e diarreia, aparecimento de lesões precoces no sistema nervoso central e degeneração das funções hepáticas. "Solventes na composição da droga podem aumentar seu potencial cancerígeno", explica Ivan Mario Braun, psiquiatra e autor do livro Drogas: Perguntas e Respostas.
Por último, mas não menos importante, uma particularidade do oxi assusta os profissionais de saúde: a "fórmula" da droga varia de acordo com "receitas caseiras" de usuários. É possível, por exemplo, encontrar a presença de ingredientes como cimento, acetona, ácido sulfúrico, amônia e soda cáustica - muitos dos itens podem ser facilmente encontrados em lojas de material de construção. A variedade amplia os riscos à saúde e dificulta o tratamento.
Labels: cocaina e crack, dependencia quimica, toxicodependencia
Dia Internacional dos Enfermeiros
Thursday, 12 May 2011
Todos os anos, em 12 de maio, enfermeiros ao redor do mundo celebram a enfermagem. Poucos podem dizer que nunca foram tocados pelas mãos dedicadas e trabalhadoras de enfermeiros em nosso país. Este é um dia para que enfermeiros ao redor do mundo celebrem sua profissão e se unam em orgulho de sua importância na saúde da população.
Dia das mães
Monday, 9 May 2011
Como uma criança responde à morte? - o luto dos pequeninos
Monday, 2 May 2011
Uma morte na família afeta a todos. Crianças, em particular, precisam aprender sobre isso, mesmo que seja um momento difícil para toda a família. Como elas vão reagir depende de diversos fatores, como por exemplo:
Tem uma causa
Envolve separação permanente
Elas também entendem que os mortos não precisam comer ou beber e não vêem, ouvem, falam ou sentem. Adolescentes são capazes de entender a morte da mesma maneira que adultos e são muito conscientes dos sentimentos dos outros.
- Quão traumática foi a morte – é mais difícil lidar com uma morte traumática
- Se a morte foi súbita ou esperada, um alívio do sofrimento ou um golpe
- O efeito do luto nos membros da família, especialmente se eles não conseguem lidar com ele e não provêm os cuidados necessários à criança
- Quanta ajuda é disponibilizada à família, para ajudá-los neste momento.
Ajudando uma criança a lidar com a morte
Estágios iniciais
Estágios avançados
Sinais de alerta de que a criança não consegue processar o luto:
- Um periodo longo de depressão, com perda de interesse em atividades e eventos diários
- Dificuldades para dormir, perda do apetite ou medo prolongado de ficar sozinha
- Agir como uma criança mais nova por muito tempo
- Negar que o familiar tenha morrido
- Imitar a pessoa morta o tempo todo
- Falar repetidamente sobre se juntar à pessoa morta
- Isolar-se dos amigos
- Queda súbita e importante da performance escolar ou recusar-se a ir à escola
Referências
- Carr, A. (ed.) (2000) 'What Works with Children and Adolescents?' - A Critical Review of Psychological Interventions with Children, Adolescents and their Families. London: Brunner-Routledge
- Rutter, M. & Taylor, E. (eds) (2002) 'Child and Adolescent Psychiatry' (4th edn). London: Blackwell.
- Scott, A., Shaw, M. & Joughin, C. (eds) (2001) 'Finding the Evidence' - A Gateway to the Literature in Child and Adolescent Mental Health (2nd edn). London: Gaskell.
Labels: psicopatologia, psiquiatria da infância e adolescência, Transtorno de estresse pós-traumático e reações de estresse
Paralisação Nacional dos Médicos - 7 de abril
Tuesday, 5 April 2011
São três diretrizes nacionais do movimento: organizar a luta por reajustes de honorários, tendo como balizador os valores da CBHPM/ Sexta Edição; exigir a regularização dos contratos entre operadoras e médicos, conforme a Resolução ANS Nº 71 / 2004; e promover ações no Congresso Nacional, visando a aprovação de projetos de lei que contemplem a relação entre médicos e planos de saúde.
As entidades médicas encaminharam cartas à população, aos médicos e às entidades. Abaixo você pode ter acesso aos documentos.
As entidades sugerem que as Comissões Estaduais, compostas pelas Associações Médicas, Conselhos Regionais de Medicina, Sindicatos Médicos e Sociedades Estaduais de Especialidades concluam, até o final de março, uma avaliação da situação econômica com levantamento dos valores pagos pelos planos de saúde que atuam no estado.
À população, as entidades explicam que a paralisação trata-se de um ato em defesa da saúde suplementar, da prática segura e eficaz da medicina e, especialmente, por mais qualidade na assistência prestada aos cidadãos. O objetivo é protestar contra a forma desrespeitosa com que os médicos e os pacientes são tratados pelas empresas que atuam no setor.
Aos médicos, as entidades médicas pedem a suspensão, no dia 7 de abril, no consultório e em outros estabelecimentos, de todas as consultas e procedimentos eletivos de pacientes conveniados a planos e seguros de saúde, com agendamento para data oportuna.
Fonte: http://portal.cfm.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=21365:paralisacao-nacional-dos-medicos-7-de-abril&catid=3
Foto: http://www.visualphotos.com/image/2x3539029/doctors_crossed_arms
Every breath you take - Sting & The Police - dependências comportamentais
Wednesday, 9 March 2011
Continuando os posts sobre dependências comportamentais, resolvi ilustrá-los com o clássico "Every Breath You Take" de Sting e The Police.
Vale lembrar que dependências podem aparecer de todas as formas, químicas, comportamentais, emocionais, como ilustrada pela música. Quando Sting canta esta música, na letra vê-se bem que é alguem bastante dependente e obcecado pela pessoa a quem ela é dirigida.
Every Breath You Take
Sting & The Police
Every breath you take
Every move you make
Every bond you break
Every step you take
I'll be watching you
Every single day
Every word you say
Every game you play
Every night you stay
I'll be watching you
O can't you see
You belong to me
How my poor heart aches with every step you take
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
Since you've gone I been lost without a trace
I dream at night I can only see your face
I look around but it's you I can't replace
I feel so cold and I long for your embrace
I keep crying baby, baby please
Every move you make
Every vow you break
Every smile you fake
Every claim you stake
I'll be watching you
TRADUÇÃO
Toda vez que você respirar
Todo lugar que você for
Todos os laços que você partir
Cada passo que você der
Estarei te vigiando
Todos os dias
Cada palavra que disser
Todos os jogos que fizer
Todas as noites que ficar em casa
Estarei te vigiando
Porque você não vê
Você me pertence
Meu pobre coração dói com cada passo que você dá
Todo lugar que for
Todos os votos que você quebrar
Todos os sorrisos que você fingir
Todas as afirmações que fizer
Estarei te vigiando
Desde que você partiu fiquei completamente perdido
Eu sonho à noite e tudo que vejo é seu rosto
Eu olho em volta, mas é você que não posso repor
Eu me sinto tão frio e ansioso por seu abraço
Eu fico chorando, baby, baby, por favor...
Todos os lugares que você for
Todos os votos que você quebrar
Todos os sorrisos que você fingir
Todas as afirmações que você fizer
Estarei te vigiando
Dependências comportamentais - vivendo em excessos
Friday, 4 March 2011
Dependência comportamental, também conhecida como dependência não-química é definido como uma condição de impulsos recorrentes na qual a pessoa afetada engaja-se em atividades específicas apesar de consequências danosas à sua saúde física, mental ou social. Entre os comportamentos comumente associados à este tipo de dependência destacam-se a compulsão por jogos de azar, por sexo, pornografia, computadores, video games, internet, trabalho (workaholics), exercícios físicos (vigorexia), compras (oniomania), entre outros.
Em geral as dependências comportamentais seguem o mesmo padrão cíclico do uso de substâncias, que começa com a sensação de prazer associado ao comportamento em questão, busca do comportamento (inicialmente para sentir prazer, posteriormente para lidar com o estresse), e aumento da frequência de busca do comportamento: esta busca se torna frequente, ritualizada e passa a constituir parte significativa da vida diária do indivíduo afetado. Um indivíduo com dependências comportamentais passa a experimentar desejos importantes ou urgências para buscar o comportamento, que se intensificam sobremaneira até que o comportamento seja executado, o que causa sentimentos de alívio ou exaltação. Apesar das consequências negativas do comportamento para sua vida, a pessoa afetada insiste no mesmo, com dificuldades para resitir a ele.
Os efeitos nos relacionamentos da pessoa afetada são semelhantes aos de um usuário de drogas: mentiras, negação, perda de confiança, divórcios, etc.
Nos próximos posts, vamos definir uma a uma as dependências mais comuns, assim como abordar suas dimensões diagnósticas e tratamento:
- Jogo patológico
- Compras compulsivas (oniomania)
- Dependência da tv
- Dependências sexuais
- Dependência do trabalho (workaholics)
- Dependência de exercícios físicos (vigorexia)
- Dependência de computadores e internet
- outras dependências
Bate na madeira - curta sobre transtorno obsessivo compulsivo
Tuesday, 22 February 2011
Baseado em temas retirados de entrevistas com pacientes, "Touch Wood" (Bate na madeira) é um curta sobre a naturesa do Transtorno obsessivo compulsivo. O curta mostra um homem a se preparar para dormir, à noite. Ao invés de adormecer, ele passa horas conferindo luzes, portas e relógios, preparando obsessivamente a casa para a noite.
O casamento de Rachel - toxicodependência e cinema
Sunday, 20 February 2011
Toda doença tem seu ganho secundário, isto é fato. O meu ganho secundário preferido ao ficar de cama é poder colocar em dia os filmes que assisto. Como semana passada fiquei em casa com dengue, deu para assistir um filme que há muito constava na minha lista: "O casamento de Rachel ou Rachel Getting Married".
O filme em questão, dirigido por Jonathan Demme e com Anne Hathaway e Debra Winger (grata surpresa), tem um aspecto de mockumentary, ou pretende ser um documentário fictício. Rachel é a irmã mais velha de Kym, uma usuária de drogas, e está para se casar. Devido ao fato, Kym pôde sair da clínica de recuperação para passar este fim de semana especial com a família. O filme, além de tentar ser "realidade", tem um ar experimental e sua grande força está na exploração dos sentimentos dos membros da família em relação ao retorno de Kym. Ela os magooou e mentiu a todos e é difícil voltarem a confiar nela. Além disso, Kym sente-se desconfortável no seu rótulo de "a de fora" e "difícil". Kym também sente muita culpa pelos traumas profundos que causou a todos, mas não vou me aprofundar nisto para não estragar a história.
O casamento de Rachel é sem dúvida um dos melhores filmes e representações que já assisti sobre os efeitos da toxicodependência nos membros da família. O filme tem um visual e uma história mais leve que os seus semelhantes e traz uma nota de esperança no final. Desta forma, fica aqui a recomendação para quem não assistiu ainda.
Foto: http://www.impawards.com/2008/rachel_getting_married.html
Labels: Abuso de drogas, cocaina e crack, dependencia quimica, heroína e opiáceos, maconha/cannabis/haxixe, psiquiatria no cinema, toxicodependencia

















